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Panorama do Setor de Equipamentos Médicos

Por conta da pandemia e da corrida pela vacina, o mundo todo pôde acompanhar como se desenvolve um produto da área da saúde. Em vez de dar atenção apenas aos profissionais do hospital, principalmente aos médicos, o olhar foi ampliado para equipamentos utilizados em diferentes procedimentos.

Agora, por exemplo, muitas pessoas descobriram a importância de um respirador mecânico, como ele funciona e etc. Não basta o  profissional ser excelente, é necessário ter um equipamento funcional e adequado para os diversos procedimentos existentes.

Tecnologias e pesquisas científicas são extremamente fundamentais para o progresso e podem encontrar fatores que são ponto chave para que novos materiais sejam criados ou aperfeiçoados. 

Tanto pelas diferentes pesquisas em desenvolvimento quanto pela demanda, muito é esperado para um futuro próximo. 

Brasil no mercado de Equipamentos Médicos

A Associação Brasileira de Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) realizou um levantamento de dados econômicos, em 2019. Segundo o estudo, a maioria das empresas desse setor – cerca de 87% – eram microempresas, com até 19 funcionários. 

Ainda de acordo com o levantamento, o consumo aparente ultrapassou o nível da produção nacional da indústria. A maior parte da produção se concentrava em instrumentos e materiais para uso médico, odontológico e artigos ópticos.

Isso pode ser resultado da forte concorrência e pressão vinda de importações. Porém, alguns outros levantamentos provam que o Brasil também exporta muitos equipamentos médico-hospitalares. 

Em 2019, segundo relatório da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), o Brasil alcançou 621 milhões de dólares em exportação de equipamentos. Só para os EUA, em 2018, foram 161,8 milhões de dólares totalizados da exportação.

Pandemia e os equipamentos Médicos

A pandemia conscientizou muita gente a respeito da qualidade dos equipamentos utilizados, até então, nos hospitais. Além do uso em si, a parte burocrática, como aprovação da ANVISA para os materiais serem utilizados, pode ser um dificultador na agilidade da chegada desses itens para quem precisa.

Não apenas os equipamentos utilizados para pacientes em UTI ou com Covid-19, mas os mais diversos possíveis. No Brasil, muitos postos de saúde tinham grandes desafios para atender as demandas dos pacientes.

Com cada vez mais pessoas observando essas questões, a tendência é que tenha melhoras significativas no setor de equipamentos médico-hospitalares. Uma previsão para o crescimento global dessa área, segundo o estudo Zion Market Research, venha entre 2020 e 2025. 

Tendências do Setor de Equipamentos Médicos

Investimento na área médica

A pandemia realmente abriu os olhos de muitos para a falta de verba em pesquisas da área da saúde. Uma expectativa é de que se aumente o investimento para desenvolvimento de equipamentos eficazes com alta tecnologia.

Um investimento em tecnologias voltadas aos equipamentos médicos resulta em mais segurança para os pacientes e até mesmo para os profissionais que os utilizam; possibilidade de aumentar a produtividade. Os investimentos podem gerar equipamentos mais específicos, que tenham uma vida útil maior e menor necessidade de manutenção.

Atendimentos e procedimentos remotos

A necessidade de manter o distanciamento social abriu a possibilidade da telemedicina. Profissionais e pacientes ainda estão aprendendo a lidar, mas a tendência é de que exista uma tecnologia que auxilie a todos para a normalização desta forma de atendimento.

Na maioria das vezes, o paciente faz exame em um local, precisa esperar para que o laudo seja enviado ao médico e, então, vai a outro lugar para a consulta. Muitos médicos, também, não atendem em apenas uma cidade. Então, tecnologias que facilitem a comunicação a distância, a integração entre laboratório, profissional e paciente podem ser tendências.

Além de consultas, alguns exames e diagnósticos podem passar por equipes de fora. Muitos exames – e até cirurgias – como endoscopia, por exemplo, fazem o uso de tecnologias de vídeo. Ao investir em equipamentos que superem as distâncias, os diagnósticos podem ficar mais precisos com auxílio de equipes externas.

Atualmente, alguns procedimentos são transmitidos ao vivo para congressos ou cursos, todos com objetivos científicos. A otimização desses procedimentos pode até avançar muitos tipos de pesquisas ao redor do mundo.

Todas essas melhorias podem otimizar todo o processo de consultas, exames e procedimentos, fazendo com que mais profissionais capacitados sejam mobilizados para o bem do paciente, enquanto se poupa o tempo que é gasto em todo o processo.

Inteligência Artificial em Equipamentos Médicos

Por mais futurístico que possa parecer, há uma expectativa no desenvolvimento de equipamentos médico-hospitalares com inteligência artificial (IA) para auxiliar em procedimentos médicos e diagnósticos.

Assim como a ajuda de equipes externas, a IA pode acrescentar precisão na tomada de decisões em relação a um paciente. O sistema é alimentado com dados, processa as informações e leva a um parecer com muito mais agilidade que um humano.

A esperança maior a respeito desta tecnologia é a identificação de doenças precocemente. Através dos dados do paciente, o sistema pode analisar e reconhecer alguma patologia. Assim, o tratamento se inicia o mais rápido possível.

Lei do Bem

A Lei 11.196/05, mais conhecida como Lei do Bem, serve como incentivo para que pessoas jurídicas realizem pesquisas e desenvolvam inovações tecnológicas. O incentivo vem em forma de concessões fiscais para essas empresas.

A Lei veio como um mecanismo para aumentar inovações a partir do setor privado. Atualmente, está passando por uma revisão para que impacte e incentive mais empresas a aderirem ao projeto. 

Apesar do Brasil não estar propriamente desenvolvido nas questões médico-hospitalares, a tendência é que haja um crescimento no setor dessa indústria. Tanto os profissionais quanto as instituições estão buscando por melhorias e incentivos no desenvolvimento da área. Quem mais tem a ganhar com todo este esforço é a população.

O que é cadeia fria e como isso influencia a logística hospitalar

Diversas substâncias utilizadas na área da saúde necessitam de um controle rigoroso de temperatura. Alguns ativos só se mantém quando preservados em geladeiras, freezers e afins. Isso é desde o fabricante até o momento do uso.

Um dos exemplos que está, atualmente, em discussão é a respeito da vacina para o novo coronavírus. Apesar de ter diversos estudos, testes de vacinas que estão se mostrando eficazes, o problema maior se encontra na logística de como seriam transportadas e estocadas. A maioria delas necessita de câmaras frias entre -70ºC a 8ºC.

A Logística Hospitalar necessita considerar os desafios dos processos de uma Cadeia Fria para que o estabelecimento receba todos os materiais da forma adequada. 

O que é Cadeia Fria e sua importância

A Cadeia Fria é o sistema que engloba de como o fármaco sai da fabricação até ser utilizado. Envolve o transporte, conservação, manuseio. Todos os processos devem ser feitos de forma extremamente controlada para que não se perca o composto ou tenha alguma outra consequência por conta da temperatura. 

De acordo com o Manual de Rede de Frio, do Ministério da Saúde, a cadeia fria tem como objetivo que os produtos termolábeis não se deteriorem, levando os componentes a se inativarem através do calor. As características físico-químicas iniciais do material devem ser mantidas até o momento de sua administração.

Ainda seguindo o Manual, os elementos que compõem uma Cadeia Fria são: equipe técnica, equipamentos, instâncias de armazenamento, transporte entre as instâncias, controle de temperatura e financiamento.

Apesar de citarmos as vacinas em desenvolvimento para o novo coronavírus, muitas das já existentes para outros vírus necessitam de controle de temperatura. Porém, não em temperaturas tão baixas como as que estamos acompanhando.

Além das diversas vacinas, medicamentos e materiais utilizados diariamente em hospitais necessitam ser transportados e armazenados em geladeiras ou câmaras frias. Cada produto tem a sua especificidade, por isso é preciso ter profissionais capacitados que saibam lidar com o controle da cadeia como um todo.

Logística Hospitalar

A Logística envolve a parte administrativa do hospital. É o gerenciamento da movimentação e armazenamento de todos os materiais. Logo, a Logística precisa ser extremamente estratégica e bem pensada para não afetar negativamente a Cadeia Fria.

Toda a estrutura – equipamentos e profissionais – necessitam estar alinhados para que não haja desperdício de produtos. A Logística também precisa ter ciência de todo o fluxo e uso de materiais, medicamentos para saber o momento ideal de compra, armazenamento e administração.

Desafios de uma Cadeia Fria

Um dos maiores desafios da cadeia fria é a infraestrutura necessária. Equipamentos, ambientes, dispositivos e profissionais preparados são precisos. Além disso, é indispensável considerar todo o transporte dos fármacos. 

Uma estrutura de um hospital público, por exemplo, nem sempre conta com câmeras super frias – que suportam temperaturas menores a -20ºC. Então, materiais que necessitem se manter a essas temperaturas são dificilmente armazenados. Se forem requeridos, precisa-se ter noção de quanto tempo ele dura fora da temperatura ideal de armazenamento, verificar com a empresa de transporte se é possível fazer esta entrega e usá-lo o mais rápido possível.

Dessa forma, a eficácia pode se manter. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há uma estimativa que cerca de 50% das vacinas do mundo todo chegam aonde devem chegar já deterioradas por conta do modelo de armazenamento. Sem a estrutura, não há eficiência na logística hospitalar envolvendo materiais que necessitam de controle de temperatura.

A OMS, inclusive, ressalta a necessidade de se aperfeiçoar os procedimentos envolvidos na cadeia fria. Não só vacinas, como diversas substâncias são constantemente descartadas pela falta de cuidado em relação à temperatura. É uma preocupação tanto  com a saúde da população como com desperdício de material e impacto no meio-ambiente.

Terceirização

Alguns centros médicos não podem ter toda a estrutura necessária e optam por terceirizar a logística dos materiais para empresas que possuem todos os aparatos requeridos. 

Além da possível diminuição de custo, há um melhor planejamento e gerenciamento de riscos. Uma empresa especializada já tem todo o conhecimento para lidar com os mais diversos materiais, até os mais sensíveis. 

Life Cargo: Logística Especializada em Saúde

A Life Cargo tem toda a estrutura para auxiliar a logística do seu hospital, clínica ou laboratório. Somos especialistas em transporte de materiais e equipamentos médico-hospitalares. Nossa infraestrutura conta com frotas equipadas para levar os produtos de acordo com a demanda do cliente, com controle de temperatura. 

Oferecemos seguro com cobertura completa, e ferramentas de rastreamento disponíveis para que você saiba exatamente onde o seu material está. Melhoramos nossa estrutura para materiais sensíveis, que necessitam de controles rigorosos de temperatura.

Recentemente, lançamos a nossa Operação Link-Dedicado. É um serviço de transporte rodoviário com prazos iguais ou intermediários ao aéreo convencional. Mas sua maior característica é a possibilidade de transportar, seguramente, materiais que necessitam ser mantidos a -20°C, 2° a 8°C e temperatura ambiente, sem precisar fazer manutenções de gelo. Após muito trabalho, testes e validações, hoje operamos com estrutura necessária para que o Link-Dedicado seja um de nossos produtos.

Se interessou? Entre em contato conosco.

Entenda como funciona a Administração Hospitalar e saiba como reduzir custos

Administração Hospitalar, também chamada de gestão hospitalar, é um conjunto de práticas empregadas na gestão de sistemas de saúde. Embora tenha esse nome, estas práticas estão incluídas não apenas em hospitais, mas em qualquer instituição ou estabelecimento da área da saúde.

Ter uma administração hospitalar eficiente é extremamente importante e necessária para o funcionamento de hospitais, ambulatórios, clínicas, consultórios etc., já que ela engloba materiais, processos e recursos humanos. Para uma gestão eficiente, algumas técnicas são necessárias, por isso, é importante que os administradores tenham anos de experiência em unidades médicas e conhecimento avançado em gestão.

Como funciona a administração hospitalar?

Da mesma forma que em qualquer organização, a administração hospitalar necessita de uma equipe multidisciplinar, e deve apresentar divisão em setores, funções, responsabilidades e atendimento ao paciente.

O administrador hospitalar precisará planejar, organizar, dirigir e coordenar as atividades, solucionar questões administrativas, burocráticas, gerir as equipes, estoque e equipamentos, e tudo isso visando o aumento da eficiência! O administrador do hospital deverá fazer tudo isso mantendo a instituição e gerando lucro, porém dando prioridade à assistência aos pacientes, ou seja, o lucro não pode ficar acima da saúde, ainda mais quando se trata de uma instituição que trabalha por ela e por vidas.

Vale lembrar que diferentes unidades podem possuir diferentes necessidades, afinal, cada uma possui suas especificidades e características. De qualquer forma, unidades de saúde precisam de colaboradores qualificados, tecnologia, equipamentos e materiais próprios.

Quais os benefícios de uma administração hospitalar eficiente?

Um bom administrador é capaz de mudar completamente uma instituição, para melhor! Por isso, ele deve também envolver os colaboradores na mudança, eliminar corrupções, vícios de gestão e pensar no que realmente é melhor para os pacientes, para os colaboradores e para o aprimoramento e o sucesso da instituição!

Sendo assim, uma administração hospitalar eficiente gera:

  • Profissionais bem orientados;
  • Equipes motivadas e com autonomia;
  • Rapidez no atendimento aos pacientes;
  • Atendimentos de qualidade;
  • Agilidade em processos administrativos;
  • Diminuição do tempo de espera para exames, consultas e atendimento emergencial;
  • Maior qualidade de vida para pacientes e colaboradores;
  • Redução de desperdícios;
  • Aumento do faturamento.

Como reduzir custos na administração hospitalar?

Assim como empresas e estabelecimentos, as instituições de saúde precisam eliminar gastos desnecessários para melhorar seu faturamento, serem rentáveis e manter seu funcionamento, sem, claro, perder a qualidade. Por isso, é fundamental que um bom administrador tenha conhecimento sobre finanças e consiga identificar com facilidade possíveis despesas que possam ser cortadas ou substituídas. Estas são algumas formas de diminuir despesas:[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

  • Automatização de atividades rotineiras:

A tecnologia é uma aliada não apenas nos setores a que diz respeito, mas também a outros, como o setor da saúde, e usá-la a seu favor pode ser ótimo para uma instituição desse ramo. Um exemplo são os softwares de automatização, assim como máquinas que também facilitam os processos de forma automática.

Processos e máquinas automatizadas previnem erros (de preenchimento de arquivos, previsões, senhas de espera) e perdas de informação, já que reúnem tudo em um só lugar, além de facilitarem muito o processo de agendamento, cadastramento e organização. Isso gera uma economia financeira e no tempo dedicado a tarefas repetitivas, que não precisarão mais serem realizadas por pessoas.

  • Controle de estoque e desperdícios:

Controlar estoque e recursos não é uma tarefa simples, ainda mais quando se trata do mercado da saúde que possui muitos produtos e materiais tóxicos e perigosos, e que precisa de uma atenção muito grande à higiene.

É muito difícil gerir tudo isso por meio de planilhas, então o ideal é investir em tecnologia e automação. Existem no mercado vários softwares completos que conseguem rastrear itens, levantar histórico e armazenar todas as informações necessárias, isso ajuda no controle e evita a perda de informações e desperdícios.

  • Gestão financeira e controle das despesas:

Além de gerenciar o estoque, é fundamental ter muita atenção à gestão financeira e às despesas da instituição. É interessante ter alguém responsável por fazer o trabalho financeiro, avaliar todos os ganhos e despesas e entender quais possíveis cortes podem ser feitos sem impactar negativamente o todo.

Existem softwares que também ajudam a fazer um controle inteligente de custos e despesas, dando uma visão completa do financeiro e auxiliando a tomar decisões assertivas.

  • Telemedicina e laudos à distância:

A Telemedicina já ganhou espaço no nosso dia a dia, ficou bem conhecida devido à pandemia de COVID-19 e à necessidade de realizar consultas estando em casa.

Este modelo de atendimento, mais prático e econômico, já é muito bem aceito e pode ser utilizado para diminuir gastos das organizações, isso porque a telemedicina  possibilita a redução de custos na contratação de especialistas presentes durante todo o horário de funcionamento da unidade de saúde e também ajuda muito a agilizar a emissão de laudos, sendo bastante útil em épocas de alta demanda por exames e evitando, consequentemente, gastos relativos a desorganização e alta demanda.

  • Comodato de aparelhos médicos:

Para atender pacientes com a melhor atenção e tecnologia possível, são necessários equipamentos de ponta, que possuem, geralmente, um alto valor. Por isso, uma forma boa de economizar é aderir ao regime de comodato para certas máquinas, como para a emissão de laudos digitais ou para aparelhos clínicos.

  • Gestão de equipamentos:

Além de realizar comodatos, é importante ter uma boa gestão e cuidado com os equipamentos, isso significa que é possível evitar despesas desnecessárias, já que na medida em que a organização mantém um modelo de controle, higiene e manutenção rigoroso de seus equipamentos, ela evita despesas com trocas, doenças em funcionários e contaminação de ambientes.

  • Avaliação periódica dos fornecedores:

É interessante ter sempre o hábito de avaliar o custo-benefício dos fornecedores e estudar outros fornecedores que possam oferecer serviços e equipamentos de igual ou melhor qualidade por um preço menor.

  • Indicadores de desempenho:

Indicadores de desempenho são ótimos para que a organização consiga avaliar o desempenho dos processos adotados nos diversos departamentos da instituição. Estes dados são ótimos para que medidas alternativas sejam tomadas e novos e mais proveitosos caminhos sejam seguidos. 

Satisfação do usuário, taxa de infecção e tempo médio de espera são alguns indicadores que podem ser analisados.

Esperamos ter ajudado! Se quiser ler mais textos sobre a área da saúde, acesse nosso blog e aproveite também para conhecer a Life Cargo. Temos profissionais treinados e capacitados para o melhor manuseio e transporte de materiais de interesse à saúde, como: reagentes para diagnósticos invitro, medicamentos, órteses, próteses, equipamentos médico hospitalares, entre outros.

LGPD em Laboratórios Clínicos

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em agosto de 2020. Ela é uma medida que garante mais controle de informações pessoais do cidadão. Isso porque as empresas devem ser transparentes ao utilizarem ou tratarem os dados pessoais que são coletados por elas. 

Mas o que é essa lei e como ela afeta a área da saúde?

O QUE É A LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) foi aprovada em função de regular atividades de tratamentos de dados pessoais. Além disso, alterou alguns artigos do Marco Civil da Internet. As normas instituídas levam quaisquer agentes e controladores a serem totalmente transparente quanto ao uso dos dados das pessoas. O que também se aplica em meios digitais. Isso faz com que o cidadão tenha mais controle de seus dados, preservando a sua privacidade, honra e imagem.  

Apesar de ser aprovada em 2018, a Lei entrou em vigor apenas em 2020. Mesmo assim, por conta da pandemia, a vigência das sanções que podem ser aplicadas passou para 1º de agosto de 2021. 

O órgão responsável pelas fiscalizações e penalidades é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD. 

O que e quais são os dados pessoais?

Os dados pessoais são os que podem identificar uma pessoa, como números de RG e CPF, características pessoais, dados genéticos, qualificação pessoal. Tudo o que relaciona à pessoa  natural identificável. Mas não são os únicos. 

  • Dados sensíveis: qualquer dado pessoal referente à origem racial ou étnica, religião, política, filiação a sindicato ou organização religiosa, filosófico ou político, saúde ou vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.
  • Dado anonimizado: dados que não podem ser associados a algum indivíduo específico.

Quando pode ser feito o tratamento de dados?

Só há possibilidade do tratamento de dados em casos específicos. Segundo a Agência Senado, são eles:

  • Quando há o consentimento do titular;
  • Para cumprir obrigações legais ou regulatórias pelo agente de tratamento;
  • Caso de tratamento e uso compartilhamento de dados necessários à execução pública através da administração pública;
  • Realização de estudos por órgão de pesquisa, com a anonimização dos dados;
  • Para segurança física ou proteção de vida do titular dos dados ou de terceiro;
  • Para execução de contrato ou preliminares relacionadas a um contrato, em que o titular faz parte, a pedido do próprio titular;
  • Caso de pleitos em processos judiciais, arbitrais ou  administrativos;
  • Para proteção de crédito, seguindo o Código de Defesa do Consumidor;
  • Para tutela da saúde, com procedimento realizado por profissionais da área da saúde ou entidades sanitárias.

Penalidades 

As sanções a quem infringir a lei podem ser em diversas formas. Quem analisa os casos e aplica a penalidade é a ANPD.  Podem ser:

  • advertência, indicando o prazo para adoção das medidas coletivas;
  • multa simples – de até 2% do faturamento, limitada a 50 milhões de reais por infração; 
  • multa  diária – seguindo o mesmo limite da  multa simples 
  • suspensão parcial ou total de funcionamento de banco de dados ou do exercício de atividade de tratamento de dados até a regularização pelo controlador;
  • bloqueio ou eliminação dos dados pessoais que se referem a infração, até regularização;
  • publicização da infração após ser apurada e confirmada.

LGPD NA SAÚDE[/vc_column_text]

A Lei foi vinculada a quebra de privacidade decorrente do aumento do acesso à internet, principalmente via celular. Além disso, casos com o vazamento de dados de usuários do Facebook nas eleições dos EUA, em 2016, fomentaram a necessidade dessa política. 

É comum pensar que empresas de telefonia podem ser os mais afetados. Mas, qualquer empresa que lida com dados pessoais deve ter ciência da Lei e se adequar às medidas. Sendo assim, hospitais, clínicas e laboratórios precisam entendê-la e se sujeitarem a ela. 

Cada paciente fornece seus dados para um cadastro. Para que as empresas possam fazer esta coleta e armazenamento dos dados, o paciente precisa autorizar previamente o uso das informações. O indicado a organizações da área da saúde é coletar dados sensíveis de pacientes em situações necessárias e específicas, já que o uso para discriminação é proibido. 

Os pacientes também tem o direito de revogar o consentimento a qualquer momento. Bem como exigir saber em quê e para quê seus dados estão sendo utilizados.

MEDIDAS A SEREM TOMADAS POR LABORATÓRIOS CLÍNICOS

Transparência

Laboratórios e clínicas costumam ter banco de dados de pacientes. Devem ser extremamente transparente quanto ao uso desses dados. Mesmo a troca virtual de registros entre estabelecimentos de saúde só pode ocorrer com autorização por escrito do paciente em questão. 

Gestão de documentos

Em laboratórios, muitos resultados são impressos antes de serem entregues aos pacientes. Antes disso, caso não tenha o cuidado necessário, qualquer pessoa  pode ver ou fazer um registro do material. Sendo assim, é preciso se atentar devidamente a  gestão de documentos. Caso aconteça algo indevido com aqueles dados, a culpa é do laboratório.

Cabe incluir aqui uma implementação de acesso individualizado. Não é necessário que todos tenham acesso aos mesmos dados. Logo, permitir o acesso aos dados apenas de quem é fundamental.

Criptografia, rastreabilidade  e sistema de validação de transferência de arquivos

Os laboratórios, em sua quase totalidade, se utilizam de sistemas digitais. Esses  sistemas estão sujeitos a invasões. Por isso, é preciso  fazer o máximo para barrar qualquer apropriação indevida dos dados que estão em posse do laboratório.

 Criptografar os dados é uma medida comum. Eles se tornam indecifráveis até que cheguem até as pessoas autorizadas. Rastreabilidade através de assinaturas digitais compõe esse processo.

O uso de sistema de validação é mais uma medida simples que pode ser implementada para garantir a não violação dos dados durante a transferência.

Notificação

Caso tenha algum incidente referente a segurança dos dados, é necessária  a  notificação à  Autoridade de Proteção de Dados. Como ela ainda não existe, até a  sua criação, o usuário que teve seus dados expostos deve ser comunicado obrigatoriamente. 

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LifeCargo mantem home office até 2021 para colaboradoras que são mães

Mesmo com a possibilidade de retomada pós quarentena e desempenhando atividade considerada essencial, a transportadora especializada em logística hospitalar LifeCargo manterá cerca de 30% de seus colaboradores em sistema de trabalho home office. “Ao ser anunciada a volta aos escritórios, houve um certo temor, principalmente entre as mulheres que tinham filhos. Por isso, optamos por manter o formato a todas as mães com filhos de até 15 anos de idade”, afirma o fundador e diretor-executivo da empresa, Fausto Oliva. No formato, a empresa cedeu os equipamentos, celulares e cadeiras que possibilitassem a correta ergometria, além de oferecer o custeamento de internet.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Dos 980 m² de área, a LifeCargo passou a operar em um novo espaço de 3.470 m². Feito sob medida para a marca pelo Studio BR Arquitetura – especializado em arquitetura corporativa – a nova sede marca o aniversário de 10 anos da empresa, que segue com os negócios ascendentes. A expectativa, segundo Oliva, é de um aumento de 33% no faturamento. “Mantivemos nossa projeção para o ano, pois se tivemos queda na demanda em alguns segmentos, conquistamos novos clientes que eram atendidos por outras empresas, que não conseguiram manter a qualidade no momento da pandemia”, explica ele, que ampliou em 5% sua carteira de clientes, o que pode representar até 20% no aumento de faturamento a médio e longo prazos, além dos 30% já previstos. Todo o quadro de efetivo foi mantido, com a mesma carga horária, salário e benefícios, e oito novas posições de trabalho ainda foram abertas.

O escritório é todo formatado no estilo open space. “Queríamos um espaço que refletisse nossa forma de atuar. Não pensamos somente fora da caixinha, estamos, literalmente, fora da salinha. Somente eu e o departamento de RH é que temos salas, porque alguns assuntos demandam privacidade, mas os demais também contam com um espaço para conversas mais reservadas – o refúgio”. Trata-se de uma pequena sala de vidro com acústica para a realização de tarefas que exijam foco e privacidade – tipologia que integra a metodologia registrada pelo Studio BR Arquitetura, o Workexperience.

O espaço de descompressão também foi garantido com mais uma tipologia: o booth, inspirado nas carretas de caminhões, trazendo as características do negócio e da marca. Também com esse objetivo, todo o escritório foi projetado em uma espécie de mezanino de vidro, voltado ao terminal de cargas. “Com o aumento do espaço, íamos acabar ficando afastados das equipes que trabalham no terminal. A decisão de fazer a parte frontal de vidro, de ponta a ponta, é para manter a conexão entre todos”, explica Oliva, que destaca a valorização das relações e da história da marca, que representa sua própria história de vida. “Não sou de família nobre, tudo sempre foi muito difícil”. Por isso, tenho orgulho de onde chegamos e valorizo todos que fazem ou fizeram parte de nossa trajetória”, acrescenta.

Com o alto grau de adensamento possibilitado pela área 250% maior que a anterior, não foram necessárias grandes adequações estruturais para o retorno ao escritório, apenas comportamentais. Para isso, foi feito um guia com orientações sobre a nova forma de utilizar os espaços e os cuidados essenciais a serem tomados por cada um. Dispensers de álcool gel acionados por pedal, frascos de álcool em gel espalhados pelas estações de trabalho e distribuição de máscaras foram algumas das medidas básicas. Nas estações de trabalho, estão sendo respeitados o espaço mínimo de 1 a 2 metros de distância entre as pessoas e ninguém se senta à frente de ninguém. O novo escritório contempla, ainda, três salas de reunião, mas quando é necessário um número maior de participantes, as reuniões são feitas virtualmente, mesmo estando todos dentro da empresa.

Confira matéria publicada na: SETCESP e LogWEB

Plano de Contingência Life Cargo

Diante da crescente redução da malha aérea nesse momento de crise em virtude do COVID-19, a Life Cargo apresenta medidas contingenciais voltadas ao abastecimento de Hospitais, Centros em Medicina Diagnóstica e Centros de Pesquisa.

Tais medidas visam preservar os nossos acordos comerciais para todas as regiões e perfis de cargas possíveis, além de preservar a integridade de todos os materiais transportados por nós, seja ele perecível ou seco, e por fim, permitir que todos os nosso clientes continuem a expedir. Garantir a manutenção de gelo com o material em transito requer o descarregamento do veículo, manutenção de gelo em todos os volumes e novo carregamento, tal medida torna-se inviável uma vez que o serviço oferecido é o rodo-aéreo.

A Life Cargo coloca à disposição dos nossos Clientes os serviços (Aéreo Expresso) ou (Rodo-Dedicado) com veículo refrigerado, o transporte rodoviário seja ele dedicado ou rodo-aéreo superior a 48hrs com a ausência do equipamento de refrigeração no veículo não é recomendado.[/vc_column_text]

Em caso de duvidas, entre em contato conosco!
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Life Cargo adota o Home Office por medida de segurança de seus colaboradores

Devido à pandemia do COVID-19 (coronavírus) e como medida de prevenção e controle do seu avanço, a Life Cargo adotou o estilo de “home office” para sua equipe administrativa e comercial, mantendo na empresa somente quem é extremamente essencial.

A nossa prioridade é o bem estar de todos, por isso, essa medida visa manter a saúde de todos os funcionários, de suas famílias e de uma proteção geral, com o aviso de não saírem de casa.

Para os colaboradores que não puderem se ausentar, a Life Cargo disponibilizará todos os protocolos de segurança amplamente divulgados pela OMS.

Vamos juntos fazer nossa parte para que tudo volte ao normal e que todos fiquem saudáveis.

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Setor Operacional Life Cargo já movimentou 529.826kg em 2020

O time operacional da Life Cargo é responsável por toda a entrada, saída e manuseio das cargas transportadas. Isso inclui, coletas, despachos em aeroportos e entregas.

Somente esse ano, já foram realizadas 14.205 emissões, 2.366 coletas de 72.983 volumes, totalizando em 2 meses de operação 529.826 kgs movimentados.

A área operacional atua 24hs por dia, com profissionais treinados e capacitados para o melhor manuseio e transporte de materiais de interesse à saúde, como: reagentes para diagnósticos invitro, medicamentos, órteses, próteses, equipamentos médico hospitalares entre outros.

Devido a pandemia do COVID-19, nossa estrutura operacional foi reforçada para atender demandas extras que estão surgindo.

Entre em contato para saber mais!

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A Life Cargo está no Serasa Fornecedor

Competência, ética, transparência e eficiência são nossos pilares!

É de extrema importância saber quais são os riscos e vantagens em ter um parceiro para sua empresa, certo? 

Sabendo disso, e sempre trazendo mais transparência dos nossos processos, a Life Cargo, está cadastrada no Serasa Fornecedor.

O Serasa Fornecedor é um portal desenvolvido para que os fornecedores e compradores que consultam o Serasa, possam ter informações confiáveis e realizar contato direto entre si, por meio da solução. 

Assim você consulta e avalia nossa reputação financeira e o grau de confiabilidade. 

Para saber mais, acesse: serasafornecedor.com.br

Life Cargo

Ampliando seu alcance

Life Cargo transportou mais de 2,2 milhões de kg em 2019!

O ano de 2019 foi excelente para a Life Cargo, somente em crescimento de receita os números chegaram a 39%, em relação à 2018.

Já em volume de cargas transportadas, os números chegaram a incríveis 77 mil movimentações, com mais de 261 mil volumes embarcados, o que totalizou mais de 2,2 milhões de kg transportados em todo território nacional, comparado ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 18%.

Com esses números excepcionais, ainda ressaltamos que a meta do ano foi superada em 8%.

Os resultados de 2019 possibilitaram uma oportunidade de investimento em tecnologia e na capacitação da equipe e claro, nossa maior novidade, a mudança de endereço.

Nossa nova unidade em Guarulhos contempla um espaço planejado para melhorar nossa performance, atendimento e a dinâmica de entrada e saída dos seus materiais.

Pensando sempre na excelência em atendimento e ser o destaque do setor, continuaremos realizando o aprimoramento dos serviços para que possamos dobrar as expectativas e batermos nossa nova meta de 30% em crescimento para 2020.